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Investimento em seguro é essencial para quem lida com transporte de cargas

Um dos principais riscos é o alto índice de acidentes, causados tanto por estradas mal conservadas quanto por imprudência e despreparo dos motoristas

Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro – que chegou a R$ 6,8 trilhões em 2018 – depende em grande parte do transporte de produtos para se concretizar, o prêmio total dos seguros de transporte no País no ano passado foi de R$ 3,2 bilhões – ou seja, apenas 0,05% do PIB. “É uma relação de grandeza que evidencia a pertinência e a importância do investimento em seguro para quem lida com transporte de cargas”, diz o diretor de transportes da Tokio Marine, Valdo Alves.

Essa atividade vital para a economia brasileira envolve, contudo, uma série de riscos. No que diz respeito ao modal rodoviário, responsável por quase 65% do volume total transportado no Brasil, um dos principais riscos é o alto índice de acidentes, causados tanto por estradas mal conservadas quanto por imprudência e despreparo dos motoristas. No ano passado, acidentes nas ruas, estradas e rodovias brasileiras resultaram em 41,1 mil mortes e 42,3 mil casos de invalidez permanente. Somando todos os custos com os acidentes e suas consequências, incluindo o trabalho que deixa de ser realizado pelas vítimas, o custo anual para o país chega a R$ 200 bilhões, ou 3% do PIB.

Imprevistos previsíveis

Há também avarias decorrentes não de acidentes, mas de outros motivos, como falhas nos procedimentos de carga e descarga, trepidação excessiva durante a viagem, intempéries climáticas e atrasos nos cronogramas. Outro grande problema é o roubo de cargas. Segundo levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC), foram 22 mil casos no ano passado, gerando prejuízo de R$ 2 bilhões. O diretor de transportes da Corretora Aon, Ricardo Guirao, relata o caso recente de um cliente, importador de vidros, que perdeu US$ 170 mil por estar sem seguro quando teve a carga de um container roubada no trajeto entre o porto de Santos e São Paulo. “Ele decidiu que nunca mais repetiria esse erro”, diz Guirao.

Os outros modais de transporte – ferroviário, aquaviário, e aéreo – também envolvem riscos específicos. Uma das características desses modais, em comparação ao rodoviário, é que, por envolverem cargas bem maiores, mais sensíveis ou de alto valor agregado que a de um caminhão, os eventos, embora sejam mais raros, tendem a resultar em prejuízos também maiores. A legislação determina que tanto as transportadoras quanto os proprietários das cargas devem contratar seguro. Enquanto a parte das transportadoras se refere à responsabilidade civil relacionada à prestação do serviço, os embarcadores têm um leque mais amplo de coberturas, levando em conta variáveis como o tipo de carga, o modal e a distância. “Um corretor com know-how em seguro de transportes é um parceiro fundamental nessas definições”, destaca Valdo Alves.

Além de oferecer opções para proteger a carga do cliente por onde quer que ela vá, a Tokio Marine mantém iniciativas para ajudá-lo a desenvolver um plano de gerenciamento de riscos, com o uso de ferramentas como treinamentos de motoristas com simulador de direção e programas de gestão de pessoas, além do planejamento de medidas específicas para prevenção a roubo de cargas, como escolta, rastreamento e análise do perfil dos profissionais envolvidos no transporte.

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