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Desafios atuais da auditoria interna rumo à inovação

No mundo todo, o ambiente corporativo passa por constante transformação. Avanço de novas tecnologias, propagação cada vez mais rápida de informações e mudança de perfil dos consumidores são alguns dos tantos aspectos que justificam tamanho dinamismo. Nesse sentido,pesquisa recente da Deloitte mostra que companhias de todos os setores investem em inovação, mas, historicamente, a área de Auditoria Interna não acompanhou essa tendência e, hoje, vem buscando novos caminhos.

A consultoria entrevistou mais de 1.100 executivos de 40 países, entre eles o Brasil, para entender como a auditoria interna pode aumentar sua atuação nas empresas, sobretudo em diversas áreas sensíveis, como Analytics, Automação de Processos (RPA), Auditoria Interna Agile e Risco Cibernético, com insights sobre como pode potencializar seu impacto e alcance dentro das empresas.

“A pesquisa aponta um significativo progresso na percepção dos executivos quanto à dimensão das funções de Auditoria Interna. Porém, uma análise mais minuciosa revela a necessidade, e a oportunidade, de inovar para atender às demandas crescentes das organizações e entregar mais valor”, explica Paulo Vitale, sócio da área de Risk Advisory da Deloitte.

“Para tanto, é preciso investir na adoção de novas tecnologias e novos modelos de entrega, para endereçar desafios organizacionais”, complementa Marcelo Machado, líder de Risco Operacional da Deloitte.

Neste contexto, um dos aspectos que também vem sendo muito discutido e priorizado na governança corporativa das organizações, está relacionado às novas atribuições da auditoria interna, considerando os papeis de antecipação, de consultoria e de avaliação/ opinião, visando auxiliar continuamente a antecipação e monitoramento dos riscos empresariais para o fortalecimento do ambiente de controles internos e de governança.

Os executivos participantes da Pesquisa Global de Auditoria Interna de 2018 revelam que o impacto e a influência da função de Auditoria Interna se fortaleceram desde o estudo anterior (2016) para alguns, mas não todos, grupos de Auditoria Interna.

“Isso, junto com outras descobertas, indica que, enquanto um bom número de funções de Auditoria Interna tem feito progresso em direção a um maior impacto e influência dentro de suas organizações, muitos outros ainda lutam para fazê-lo”, esclarece Vitale.

Ele explica que os executivos estão adotando análises avançadas e novas tecnologias, ampliando seus serviços em diferentes áreas (como avaliação de cultura organizacional) e estão lidando com a carência de novos talentos, por meio de recursos alternativos.

Conceitos de inovação

O estudo destaca, também, que ser inovador não significa mudar todos os aspectos da Auditoria Interna (planejamento, execução e relatórios), nem perseguir cada nova tecnologia. “Ser inovador significa entender como a organização está evoluindo e como melhor aplicar novas abordagens e tecnologias para atender às necessidades da organização, otimizando recursos”, reforça Marcelo Machado.

Tal conceito, geralmente, implica:

  • Identificar pequenos passos que podem ser dados para melhorar atividades atuais;
  • Desenvolver projetos-piloto para testar novos métodos;
  • Auxiliar partes interessadas na identificação de riscos e de problemas associados às suas atividades.

“Cada grupo de Auditoria Interna, independentemente do seu tamanho ou do seu orçamento, pode criar abordagens inovadoras para atender constantemente às necessidades da empresa. À medida que as organizações adotam e executam novas estratégias, e aproveitam o risco, enquanto buscam novas oportunidades, a função de Auditoria Interna fornece apoio vital e precisa estar preparada para oferecer sempre mais”, afirma Paulo Vitale.

Fatores que impulsionam a mudança

Várias tendências – incluindo o ritmo das mudanças tecnológicas, novos modelos de negócios, alterações na regulamentação e relações complexas de terceiros, geradas por ecossistemas de negócios -, têm impulsionado uma mudança no papel do Auditoria.

“Essa mudança amplia o papel da Auditoria Interna, de fornecer apenas garantia, para também aconselhar as partes interessadas, para que deixem se ser reativas (olharem para trás) para se tornarem proativas e olharem para a frente. É preciso que deixem de se concentrar apenas na proteção de ativos, para também ajudar na criação de valor”, sugere Paulo Vitale.

Novos desafios e crescimento

“Acreditamos que a importância do papel da Auditoria Interna continuará em expansão. Nossa pesquisa de 2016 descobriu que 28% dos executivos de Auditoria Interna acreditavam que suas funções tinham forte impacto e influência nas empresas. Esse número melhorou para 40% na edição de 2018”, pontua Marcelo Machado.

Para acesso ao Centro de Governança Corporativa Deloitte, visite:

https://www2.deloitte.com/br/pt/pages/governance-risk-and-compliance/topics/dttl-global-center-for-corporate-governance.html

Para acesso da Pesquisa Deloitte na íntegra:

http://lp.deloittecomunicacao.com.br/the-innovation-imperative

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